Capa de MALEDICÊNCIA DIGITAL E DISCIPLINA ECLESIÁSTICA NA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

Teologia e sociologia

MALEDICÊNCIA DIGITAL E DISCIPLINA ECLESIÁSTICA NA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

Por Ashbell Simonton Rédua

Ainda sem avaliações

Ética Cristã nas Redes Sociais

Páginas
22
Idioma
Português
Idade indicada
15 anos
Ano de publicação
2026

O que você vai encontrar

  • A palavra digital como problema teológico: a maledicência para além da tecnologia
  • Entre a crítica teológica e a difamação: os limites da liberdade cristã
  • Do concílio ao “tribunal da internet”: autoridade, processo eclesiástico e submissão

Ficha técnica

Sinopse

A expansão das redes sociais modificou profundamente os processos de comunicação no interior das comunidades cristãs, criando novos espaços para exposição de ideias, crítica teológica, denúncia, controvérsia doutrinária e contestação das autoridades eclesiásticas. Esse fenômeno alcançou também a Igreja Presbiteriana do Brasil, tornando necessária uma reflexão acerca dos limites entre a legítima liberdade de manifestação e a maledicência praticada em ambientes digitais. Na 41ª Reunião Ordinária do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, realizada em Manaus, entre 26 de julho e 2 de agosto de 2026, foi apreciada consulta oriunda do Presbitério Leste de Belo Horizonte, encaminhada pelo Sínodo Metropolitano de Belo Horizonte, referente à tipificação da denominada “maledicência digital”. O presente artigo analisa a decisão sob perspectiva bíblica, confessional, eclesiológica e disciplinar, examinando particularmente a preservação do bom nome, os limites da crítica teológica, a submissão conciliar, o devido processo eclesiástico e a responsabilidade decorrente do compartilhamento de conteúdos digitais. Sustenta-se que a decisão do SC/IPB não deve ser compreendida como simples mecanismo de proteção institucional contra críticas, mas como tentativa de transportar para o ambiente digital princípios éticos já existentes na Escritura, nos Padrões de Westminster e na ordem constitucional da denominação. Argumenta-se, entretanto, que sua aplicação exige prudência pastoral e criteriosa distinção entre crítica, denúncia, discordância, recurso e maledicência, para que a proteção da honra não se converta em impedimento ao legítimo exercício da responsabilidade profética e da fiscalização eclesiástica.

Especificações do livro

Autor
Ashbell Simonton Rédua
Coleção ou selo
Teologia e sociologia
Páginas
22
Idioma
Português
Idade indicada
15 anos
Ano de publicação
2026